Professores do DF não decretam greve, mas aprovam calendário de mobilizações

 

 magistério público do Distrito Federal realiza, nesta quarta-feira (18/3), a primeira assembleia geral de 2026. O evento, que conta com uma votação digital inédita para definir os rumos do movimento, começou no estacionamento da Funarte e os professores seguem agora em manifestação para a frente do Palácio do Buriti. A categoria decidiu não decretar greve imediata, mas aprovou um calendário de lutas que prevê nova paralisação e assembleia para o dia 15 de abril.

A diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), Márcia Gilda, afirma que a prioridade é a efetivação da reestruturação da carreira, pauta que está em mesa de negociação com as secretarias de Economia, Educação e a Casa Civil. "Lutamos por valorização e melhores condições de trabalho. Hoje, são mais de 15 mil professores em condições precarizadas", declara, citando atrasos e erros no pagamento de temporários. "O amor pela profissão não paga conta. Precisamos que a reestruturação saia da mesa e se torne concreta", completa.


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